Adrielly Kilryann

Repórter | Jornalismo Júnior

Estudante de Jornalismo | Universidade de São Paulo

Textos publicados

‘Generation’ e a representatividade LGBTQIA+ teen - Jornalismo Júnior

Uma das maiores reclamações do público LGBTQIA+ sobre conteúdos audiovisuais é a falta de representatividade. É de praxe séries e filmes do mainstream apresentarem romances e contextos heteronormativos aos montes e nenhuma ou pouquíssima representação de personagens que fujam desse padrão. Genera+ion — ou Generation — (2021) é, com certeza, uma exceção a essa regra. A série narra a história de um grupo de adolescentes que vive no sul da Califórnia, nos Estados Unidos, e que eventualmente passa

Remakes: como filmes estrangeiros são replicados no cinema estadunidense - Jornalismo Júnior

A produção de remakes não é novidade no cinema, sobretudo, no estadunidense. O país é conhecido por muitos de seus filmes que recriam histórias — muitas vezes, provindas de outros lugares do mundo —, sejam aquelas que podem ter ficado datadas, ou, então, que não tiveram uma execução tão boa a princípio. Entretanto, a necessidade de um remake, por vezes, é contestada pelo público, principalmente quando a obra original é atual e — aparentemente — não carece de alterações. A coisa piora quando, por

Crítica: A Barraca do Beijo 3 (2021), da Netflix - Jornalismo Júnior

Depois de ser aceita em duas das melhores universidades dos Estados Unidos (com uma carta de motivação totalmente genérica, diga-se de passagem), Elle mantém a mentira de que na verdade ficou na lista de espera. Dividida entre ir para Berkeley ao lado de seu melhor amigo Lee (Joel Courtney) ou estudar e morar em Harvard com seu namorado Noah (Jacob Elordi), ela tenta ganhar tempo durante as férias de verão para tomar a sua decisão. Em vários pontos, A Barraca do Beijo 3 repete a fórmula dos doi

Studio Ghibli e a atemporalidade de suas animações - Jornalismo Júnior

As animações são frequentemente tidas como um gênero infantil por muitas pessoas, incluindo apreciadores do cinema. Esse estigma vem sendo revertido, já que muitas produções famosas, como os últimos longas da Pixar, têm alcançado um público adulto cada vez maior. O Studio Ghibli, no entanto, sempre partiu da premissa de que filmes animados não são necessariamente para crianças. Isso ocorre porque, diferente do ocidente, o Japão reconhece a animação mais como uma técnica de storytelling do que c

Crítica: A Jornada de Vivo (2021), da Netflix - Jornalismo Júnior

A rotina da alegre dupla musical é interrompida, no entanto, por alguns acasos do destino, que fazem com que Vivo emerja em uma aventura na missão de entregar uma carta de amor escrita por Andrés à Marta Sandoval, que fará o último show de sua carreira em Miami, nos Estados Unidos. Ao contrário do receio que algumas pessoas possuíam, o filme não é uma cópia genérica de Viva – A Vida é uma Festa (Coco, 2017) ou de outras produções famosas. Inicialmente é possível estabelecer algumas comparações

Crítica: Cruella (2021), do Disney+ - Jornalismo Júnior

Quando a Disney anunciou um live-action sobre a vilã de 101 Dálmatas (One Hundred and One Dalmatians, 1961), muitos disseram que a produtora não seria capaz de fazer com que o público compadecesse por uma personagem que deseja usar da pele de filhotinhos para confeccionar um casaco para si. Entretanto, Cruella (2021) deixa claro que a sua intenção, seguindo a onda de produções sobre vilões e anti-heróis, é gerar empatia e afeição pela personagem. A vida da garota é novamente transformada quando

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